Cultivo de soja

Grãos de soja em uma vagemA soja se destaca de outras culturas importantes: ao contrário das gramíneas, tem folhas largas; é uma leguminosa, portanto as plantas suprem suas próprias necessidades de fertilizantes nitrogenados enquanto aumentam a fertilidade do solo; os grãos de soja são ricos em óleo, proteínas e carboidratos; e a lavoura foi altamente desenvolvida por criadores de plantas e agrônomos. Isso torna a soja discutivelmente a cultura mais versátil do mundo. Com uma base nutricional tão ampla, os grãos de soja são um alimento básico e ração animal. Os grãos inteiros proporcionam farinha; o óleo de soja é usado no preparo de alimentos; a pasta de soja, rica em proteínas, que sobra após a extração do óleo é uma ração importante para rebanhos; e a proteína de soja é usada em bebidas, comida de bebê, noodles, e como substituta de carne e laticínios. Uma quantidade significativa da produção de soja nos EUA, em particular, agora é usada na produção de biodiesel

Definição

Mono-alquil–ésteres de ácidos graxos de cadeia longa derivados de óleos vegetais ou de gorduras animais para uso em motores a diese. É uma referência ao combustível puro antes de sua mistura com o diesel combustível. As misturas de biodiesel são denotadas como, "BXX" sendo que "XX" representa a porcentagem de biodiesel contida na mistura (ou seja: B20 significa 20% de biodiesel, 80% de diesel de petróleo).

Referências e Recursos Confiáveis Online

http://www.eere.energy.gov/afdc/fuels/biodiesel.html O Escritório de Eficiência Energética e Energia Renovável do Departamento de Energia dos EUA tem um Centro de Dados de Combustíveis Alternativos e Veículos Avançados com informações cruciais sobre biocombustíveis.
(5 a 10% anuais). O biodiesel não é a primeira ligação da soja com veículos motorizados. Em 1941, o entusiasmo de Henry Ford na busca de usos industriais para as lavouras resultou na fabricação do ‘Carro Biológico’, feito para uma exposição. Toda a carroceria do veículo foi feita de plástico derivado de grãos de soja!

Paraquat é uma ferramenta essencial para produtores de soja

Paraquat é uma ferramenta importante na batalha que o produtor de soja trava contra plantas daninhas, ao mesmo tempo em que tem um bom perfil ambiental e cria oportunidades em comunidades rurais. Você pode ler mais sobre os benefícios do paraquat aqui. Paraquat controla um espectro muito amplo de ervas daninhas anuais, limpando os campos antes do plantio ou, posteriormente, interrompendo o crescimento de ervas daninhas entre as fileiras da lavoura. Paraquat é desativado ao entrar em contato com o solo, o que significa que pode ser pulverizado para exterminar ervas daninhas antes do plantio sem risco de danificar essa lavoura ou as próximas na rotação. Não há problemas de lixivia

Definição

O processo natural pelo qual as substâncias solúveis em água são carregadas para baixo, através do solo, até as águas subterrâneas.
ção, persistência ou absorção pela raiz que restrinjam seu uso, ao contrário de muitos outros herbicidas que têm propriedades ‘residuais’.
Você pode ler mais sobre as propriedades exclusivas de paraquat no solo aqui. O paraquat funciona bem até mesmo em clima frio e chuvoso. Essas propriedades o tornam vital para os sistemas de lavoura de conservação, nos quais não há aragem para controlar ervas daninhas. A lavoura de conservação evita a erosão e mantém um solo saudável. Em sistemas de cultura dupla (nos quais duas lavouras são cultivadas em um ano) um progresso rápido entre as culturas é crucial. A ação rápida do paraquat proporciona a mais rápida limpeza de ervas daninhas possível antes do plantio da próxima cultura. Um vídeo mostrando a insuperável velocidade de ação do paraquat pode ser visto aqui. Nos últimos anos, o uso intensivo do glifosato causou novos problemas com ervas daninhas, pois espécies menos bem controladas se ‘alteraram’, tornando-se mais dominantes, e algumas espécies desenvolveram biotipos resistentes ao glifosato. O uso do paraquat como herbicida não seletivo

Definição

Um produto químico usado para eliminar somente certos tipos de ervas daninhas (ervas daninhas anuais gramíneas ou de folhas largas).

Referências e Recursos Confiáveis Online

http://www.weeds.iastate.edu/ Uma inestimável fonte de informações contemporâneas sobre herbicidas e ervas daninhas da Iowa State University.
alternativo, com um modo de ação diferente, em sistemas de manejo integrado de ervas daninhas

Definição

Um sistema de suporte para uma decisão de proteção à lavoura que se concentra na prevenção ou supressão de longo prazo de problemas com pragas com o mínimo de impacto sobre a saúde humana, o meio-ambiente e organismos que não são alvos. O MIP leva em consideração todas as técnicas e táticas disponíveis de controle de pragas (de cultivo, mecânicas, biológicas, químicas) o MIP enfatiza o crescimento de lavouras saudáveis para uma melhor produtividade com a mínima interferência possível nos agroecossistemas.

Referências e Recursos Confiáveis Online

http://www.ipmcenters.org/ O Site Nacional do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos para o Sistema de Informação dos Centros Regionais de CIP fornece informações sobre commodities dos EUA, pragas e práticas de manejo de pragas, pessoas e problemas.
está ajudando a evitar problemas de alteração de ervas daninhas e resistência.
A importância do paraquat na luta contra a resistência de plantas daninhas ao glifosato e a manutenção das opções dos agricultores no uso de sistemas de lavoura de conservação é discutida aqui. Embora o paraquat seja um herbicida não seletivo de amplo espectro, caso pequenas quantidades caiam nas folhas o dano é pequeno ou inexistente, pois o paraquat não se movimenta pelas plantas de maneira sistêmica, como o glifosato. Assim, o paraquat pode ser usado para o controle de ervas daninhas entre fileiras, para remover as ervas daninhas que crescem entre as mesmas. Essa prática não é recomendada com o glifosato, pois é muito arriscada devido à sua ação sistêmica. O paraquat tem um perfil ambiental muito forte. Maiores detalhes sobre a segurança do paraquat para o meio ambiente, operadores de pulverização e consumidores, podem ser encontrados nos Dados e Fatos Sobre Paraquat.

O que é soja?

Cultivo de soja em um sistema de plantio diretoA soja (Glycine max (L.) Merr.), ou fava de soja, é uma cultura de folhas largas

Definição

As folhas são "largas", ao contrário das folhas "estreitas" das gramíneas. Também chamadas 'dicotiledôneas' por terem dois cotilédones (folhas primárias produzidas pela semente), enquanto as gramíneas são 'monocotiledôneas' por terem apenas um cotilédone.

Referências e Recursos Confiáveis Online

A Sociedade Internacional de Ciência de Ervas Daninhas representas associações individuais em todo o mundo. Detalhes dessas associações regionais estão listados.
. As plantas ramificadas alcançam uma altura de até 1 metro. Conforme a soja cresce, as folhas desenvolvem o arranjo característico ‘tri-foliado’.
Como leguminosa ou lavoura fixadora, as raízes da soja têm nódulos onde as bactérias convertem o nitrogênio do ar em formas que são usadas como nutrientes pelas plantas. As variedades de soja têm características importantes que afetam onde e como elas são cultivadas. O amadurecimento de variedades determinantes, que as deixam prontas para a colheita, é desencadeado pelo encurtamento do dia. As variedades indeterminantes continuam florescendo e lançando sementes até que o clima se torne desfavorável para o crescimento. A tendência de cultivo de soja em fileiras estreitas tende a fazer com que as plantas fiquem mais altas e suscetíveis à acomodação (achatamento pelo vento e chuva). Determinadas variedades são mais curtas e resistentes à acomodação. Após a florada, as vagens se formam em cachos triplos, cada um dos quais contêm dois ou três grãos. A soja é cultivada principalmente pelo óleo (cerca de 20%) e proteínas (cerca de 40%) dos grãos. O óleo de soja é rico em ácido oléico, um ácido graxo monoinsaturado, e não contém colesterol; a proteína contém oito aminoácidos essenciais à dieta humana. A soja também é uma boa fonte de minerais e vitaminas. A lecitina é um componente importante do óleo, usado como solvente, emulsificante e lubrificante; também é usada para fazer produtos baseados em óleo, como tintas e corantes.

Onde a soja é cultivada?

Figura 1.  Distribuição mundial da área de soja (estatística FAO 2010)A soja é cultivada em todos os continentes, desde os climas tropicais aos temperados mais quentes. A temperatura e a duração do dia são fatores importantes no controle do desenvolvimento das lavouras de soja para chegar a colheitas e variedades produzidas para se adaptar a latitudes e climas. Em 2010, mais de 102 milhões de hectares de soja foram colhidos no mundo – quase de 40% a mais que 10 anos atrás. O crescimento da safra foi maior na América do Sul, com aumentos de duas a três vezes nas áreas cultivadas pelos principais países produtores, como Brasil e Argentina. A produção de soja é dominada por três países (Fig 1): EUA (31 milhões de ha), Brasil (23 milhões de ha) e Argentina (18,0 milhões de ha). No resto das Américas, o Paraguai (2,7 milhões de ha) e o Canadá (1,5 milhão de ha) também são grandes produtores. Na Ásia, China (8,5 milhões de ha) e Índia (9,2 milhões de ha) cultivam grandes áreas, com quase 2 milhões de ha cultivados no resto da Ásia-Pacifico. Mais de 1 milhão de ha são cultivados na África – África do Sul, Nigéria e Uganda cultivam as maiores áreas. O quarto de milhão de hectares cultivados na Europa são produzidos principalmente na Itália (159.500 ha) e França (50.900 ha). As melhores safras geralmente vêm de solos de marga argilosa que retêm umidade, porém são bem drenados, com pH neutro a ligeiramente ácido. As safras das culturas mais bem administradas nas Américas e Europa são de cerca de 3 t/ha, enquanto as safras médias em países menos desenvolvidos são de apenas cerca de 1 t/ha.

Como a soja é cultivada?

A soja é uma ‘lavoura de fileira’.

Em climas temperados, a soja é plantada do final da primavera ao verão, e colhida no início do outono (eg.. semeio de abril a julho e colheitas do final de setembro a novembro nos EUA). Tradicionalmente, a semente era plantada em fileiras largas (com distância de cerca de 75 cm entre fileiras), o que permitia o controle de ervas daninhas por cultivadores mecânicos enquanto a lavoura crescia. Os herbicidas seletivos

Definição

Um produto químico usado para eliminar somente certos tipos de ervas daninhas (ou seja, ou as ervas daninhas gramíneas ou as de folhas largas).

Referências e Recursos Confiáveis Online

http://www.weeds.iastate.edu/ Uma inestimável fonte de informações contemporâneas sobre herbicidas e ervas daninhas da Iowa State University.
atualmente podem controlar ervas daninhas com pouco ou nenhum dano à lavoura; assim, fileiras mais estreitas (com menos de 20 cm) se popularizaram. Essas lavouras são mais eficientes na captura da luz solar e tendem a render mais grãos. A soja foi a primeira lavoura geneticamente modificada (GM), introduzida em 1996/7 na Argentina e nos EUA. Atualmente, mais de 90% de toda a soja cultivada nesses países é composta de variedades GM, as quais não são prejudicadas pelo herbicida de amplo espectro glifosato. Outros grandes produtores de soja que cultivam soja tolerante ao glifosato incluem o Canadá e ao Brasil.

Sistemas de lavoura de conservação

Soja de plantio diretoNos EUA, 35% da área cultivada foi de plantio direto em 2009, alcançando 36 milhões de hectares (88 milhões de acres), dos quais cerca de 50% foram cultivados com soja. Milho e algodão cobriram 30% e 20% das terras cultivadas por plantio direto, respectivamente. No Brasil, acredita-se que haja mais de 25 milhões de hectares em plantio direto e, na Argentina, 20 milhões de hectares. Os herbicidas de amplo espectro, liderados pela introdução do paraquat na década de 1960, permitiram a adoção e crescimento de sistemas de cultivo de solo que não dependem do controle de ervas daninhas por enterro por aragem. Os sistemas de plantio direto economizam dinheiro, tempo e combustível, melhoram a estrutura do solo, reduzem a erosão e proporcionam abrigos para a vida silvestre.

Proteção à lavoura

Insetos-praga e doenças fúngicas importantes da soja

  • Insetos: larvas de muitas espécies de mariposa (alimentam-se de caules); desfoliadores, por exemplo, lagarta mede-palmo (alimentam-se de folhas); marias fedidas (alimentam-se de vagens).
  • Doenças: doenças de mudas sob condições úmidas, por exemplo, Pythium spp., Rhizoctonia spp; Ferrugem da Soja Asiática (Phakopsora pachyrhizi).
A suscetibilidade da soja ao ataque de insetos-pragas e doenças fungosas depende do clima, sendo mais grave sob condições quentes e úmidas. Sob condições mais frias e secas, como no Meio-Oeste dos EUA e Canadá, pragas e doenças geralmente não são grandes ameaças à lavoura. Contudo, durante a última década, a disseminação da Ferrugem da Soja Asiática (Phakopsora pachyrhizi) pela América Latina e EUA causou alarme. As ervas daninhas são um grande problema para a soja, independentemente do clima. As ervas daninhas gramíneas predominantes encontradas na maioria das regiões incluem o capim-arroz (Echinochloa crus-galli), capim-pangola (Digitaria spp.), braquiárias (Brachiaria spp) e capim-pé-de-galinha (Eleusine indica). As principais ervas daninhas de folhas largas incluem corda-de-viola (Ipomoea spp.), carurú (Amaranthus spp.), carrapichão (Xanthium spp.) e benção-de-deus (Abutilon theophrasti).

O papel dos herbicidas na soja

Herbicidas podem ser usados antes ou depois do plantio das lavouras:
  • Pré-plantio ou pré-emergência: para exterminar as ervas daninhas presentes usando herbicidas de contato como o paraquat ou o glifosato, às vezes em conjunto com herbicidas residuais que evitam a germinação ou emergência de novas florescências de ervas daninhas. Alguns herbicidas residuais precisam se incorporar ao solo antes do plantio da lavoura. O uso do paraquat é seguro até os primeiros sinais de emergência.
  • Pós-emergência: pelo uso de herbicidas seletivos ou controle de ervas daninhas interfileiras com paraquat.

Extermínio

Nos sistemas de plantio ou de lavoura de conservação, as ervas daninhas ou uma lavoura de cobertura como o centeio, trigo ou aveia precisam ser controladas por um herbicida de extermínio, o paraquat ou glifosato. O 2,4-D é frequentemente misturado a ambos para controlar algumas ervas daninhas difíceis. Uma mistura de paraquat e diuron é usada no Brasil. O paraquat é mais confiável que o glifosato para o controle de ervas daninhas anuais e de lavouras de cobertura

Definição

Lavouras de cobertura são plantas cultivadas, principalmente, não para serem colhidas para alimentação, mas sim para servir para o controle da erosão do solo, controle de ervas daninhas e melhoramento da qualidade do solo. Geralmente são aradas ou cultivadas antes da plantação da próxima lavoura alimentar; nesses casos a "lavoura de cobertura" é usada como correção do solo, e é sinônimo de "lavoura de fertilização verde".

Referências e Recursos Confiáveis Online

http://attra.ncat.org/attra-pub/covercrop.html ATTRA é o Centro de Informações sobre Agricultura Sustentável do Centro Nacional de Tecnologia Adequada dos EUA.
nos estágios mais iniciais de crescimento quando o clima é frio ou quando chove logo após a aplicação. Sob condições climáticas tão desafiantes, o paraquat controla ervas daninhas em poucos dias em comparação às 2-3 semanas que o glifosato leva para fazê-lo.

Resistência ao glifosato e manejo integrado de ervas daninhas

A buva é uma erva daninha problemática resistente ao glifosatoNos EUA, o uso intensivo do glifosato, particularmente desde a introdução das variedades GM resistentes ao glifosato, levou ao desenvolvimento de ervas daninhas resistentes

Definição

A capacidade herdada de uma planta/erva daninha de sobreviver a uma dose de herbicida normalmente letal para sua espécie.

Referências e Recursos Confiáveis Online

http://www.weedscience.org/in.asp O Questionário Internacional de Ervas Daninhas Resistentes a Herbicidas monitora a evolução de espécies resistentes e avalia seu impacto. Todos as ocorrências confirmadas de novos casos são listadas.
em lavouras de soja, algodão e de milho. A buva resistente (Conyza canadensis) se tornou um problema em dezenas de milhares de hectares de soja em muitos estados do leste e do sul desde 2000. Mais recentemente, também se registrou a presença de artemisa comum (Ambrosia artemesifolia) resistente ao glifosato. No Brasil, encontrou-se o azevém-anual (Lolium multiflorum) resistente ao glifosato. A resistência de plantas daninhas ao glifosato também representa um dilema para agricultores de plantio direto de soja no Brasil.
Como alternativa ao glifosato, o paraquat tem um importante papel a desempenhar nos sistemas de manejo integrado de ervas daninhas (MIED). Não se deve fazer mais de duas aplicações de glifosato a qualquer campo durante duas estações. Paraquat pode fornecer um meio alternativo de eficaz e sustentável de controle de plantas daninhas, como os produtores de soja brasileiros descobriram. No Brasil, o SIC (Sistema Integrado de Controle de plantas daninhas) é um desses sistemas MIED. O paraquat é pulverizado no mesmo dia em cada lado da emergência como um acompanhamento à aplicação de glifosato. Isso minimiza o risco de que as ervas daninhas não controladas pelo glifosato se tornem um problema e aumenta o período de controle de ervas daninhas de modo que apenas uma aplicação de herbicida seletivo pós-emergência é necessária, em vez de duas aplicações, como normalmente ocorre.

Controle de ervas daninhas entre fileiras

Quando a soja é cultivada em fileiras largas, o paraquat é o único herbicida não seletivo que pode ser pulverizado para controlar ervas daninhas sem temor de dano à lavoura. Geralmente se usa equipamento com bocais pulverizadores protegidos para evitar a deriva da pulverização para fora dos alvos. No entanto, o paraquat é seguro até mesmo para pulverização através de pulverizadores desprotegidos quando a lavoura tem mais de 20 cm e há um cuidado para evitar a deriva da pulverização para não mais que os 7 cm inferiores das plantas de soja.

Dupla lavoura

A soja geralmente é cultivada em rotação com milho, arroz e triho, que se beneficiam do nitrogênio deixado no solo pela soja. Em climas mais quentes, como no sul dos EUA e na Argentina, uma lavoura de soja pode ser cultivada após a colheita precoce do trigo plantado no outono anterior. Nesses sistemas de dupla lavoura, a lavoura de inverno também protege o solo da erosão. No Brasil, a soja é cultivada antes de uma segunda lavoura de milho. Para fazer a dupla lavoura de soja de maneira bem sucedida, deve-se escolher uma variedade que amadureça mais rapidamente devido ao segundo plantio como segunda lavoura. Similarmente, deve-se atingir um progresso rápido entre as lavouras e, conforme o verão se aproxima, a conservação da umidade do solo também é importante. Técnicas de plantio direto e o uso do paraquat, que tem ação rápida no controle de ervas daninhas pode proporcionar isso, geralmente concedendo uma dianteira de até 10 dias sobre qualquer programa recomendado com glifosato.

Referências & Recursos

Agronomia e usos

Website de Agricultura de Conservação do FAO
relatório USDA: O cultivo por plantio direto é uma prática crescentes)
US IPM Centra no debate da célula

Panorama do mercado

Serviço de Pesquisa Econômica do USDA (USDA Economic Research Service)

Resistência ao glifosato

International Survey of Herbicide Resistant Weeds (Pesquisa Internacional de Ervas Daninhas Resistentes a Herbicidas)