Cultivo de dendê

Manejo de ervas daninhas em dendêO dendê é a maior cultura de óleo vegetal do mundo. O dendê tem muitos usos alimentícios e industriais. Como alimento, acredita-se que ele traga diversos benefícios importantes, especialmente na diminuição do risco de doenças cardíacas. A cultura, de altíssimo rendimento, tornou-se a principal matéria-prima para a produção de biodiesel.

Alguns dizem que a ascensão do dendê tem seu preço. Afirma-se que o aumento das áreas de produção certamente resultará em destruição ainda maior das florestas tropicais, eliminando uma inestimável esponja de carbono, destruindo habitats e, assim, reduzindo a biodiversidade e causando erosão grave de terrenos em declive. Entretanto, a Mesa Redonda sobre Dendê Sustentável foi criada para assegurar que esses temores são infundados. A proteção do dendê contra ervas daninhas, pragas e doenças que prosperam caso não sejam acompanhadas em climas tropicais, é a chave para a produtividade. As abordagens do controle integrado de praga (CIP) são largamente utilizadas e estimuladas para garantir que as lavouras sejam protegidas de maneira sustentável.

O paraquat é uma ferramenta essencial nas plantações de dendê

“Em testes, observamos que o paraquat teve um desempenho incrível mesmo quando choveu pouco depois da pulverização. Ele funciona especialmente bem quando misturado a sulfoniluréias para permitir um controle mais longo de samambaias. Não há risco para os organismos aquáticos nem de nenhuma poluição da água, pois ele não consegue lixiviar do solo”.

Professor Edison Purba PhD, Cientista Sênior em Ervas Daninhas (Plantações), Sociedade Indonésia de Ciência de Ervas Daninhas.

 

O Controle de ervas daninhas tem um papel central nos sistemas de CIP e o paraquat tem um papel crucial. Todas as partes verdes das plantas podem ser destruídas pelo paraquat, pois ele age interferindo na fotossíntese, sendo denominado herbicida ‘não-seletivo’. No entanto, o paraquat é seguro para pulverização em lavouras como o dendê, até mesmo em mudas jovens, por dois motivos. Primeiro, o paraquat é fortemente absorvido e desativado imediatamente ao entrar em contato com o solo. Ele não é absorvido pelas raízes, não penetra nas plantas, e não lixivia.

Você pode ler mais sobre as propriedades exclusivas de paraquat no solo aqui.

Segundo, a casca de árvore madura é uma barreira muito eficiente contra o paraquat e, mesmo que pequenas quantidades caiam nas folhas, o dano à lavoura é muito pequeno ou inexistente, pois o paraquat não se move sistemicamente pelas plantas, como o herbicida não-seletivo alternativo, o glifosato.

O paraquat tem um perfil ambiental muito forte. Maiores detalhes sobre a segurança do paraquat para o meio ambiente, operadores de pulverização e consumidores, podem ser encontrados nos Dados e Fatos Sobre Paraquat.

O paraquat tem ação muito rápida e é resistente à chuva. As plantas daninhas pulverizadas pela manhã geralmente apresentam sintomas à tarde, facilitando a visualização, por parte dos operadores de pulverização e administradores de plantação, de quais áreas já foram pulverizadas. Isso ocorre mesmo que chova dentro de 15-30 minutos, possibilitando a pulverização por um período maior em caso de previsão de chuva.

Um vídeo mostrando a insuperável velocidade de ação do paraquat pode ser visto aqui.

Em lavouras perenes como o dendê, a ênfase está no controle das ervas daninhas, e não em sua remoção permanente. Isso porque a manutenção de um equilíbrio específico de ervas daninhas na flora da plantação é importante para a sustentabilidade e para a minimização da erosão do solo pelo efeito de âncora das raízes de plantas.

Nos últimos anos, o uso intensivo do glifosato causou novos problemas com ervas daninhas, pois espécies menos bem controladas se ‘alteraram’, tornando-se mais dominantes, e algumas espécies desenvolveram biotipos resistentes ao glifosato. O uso do paraquat como herbicida não seletivo alternativo, com um modo de ação diferente, em sistemas de manejo integrado de ervas daninhas está ajudando a evitar problemas de alteração de ervas daninhas e resistência.

A importância do paraquat na luta contra a resistência de plantas daninhas ao glifosato e a manutenção das opções dos agricultores no uso de sistemas de lavoura de conservação é discutida aqui.

Você pode ler mais sobre os benefícios do paraquat aqui.

 

Produção Mundial de Dendê

Produção global de óleos vegetais (Serviço Agrícola Externo do USDA, 2010)O dendê (Elaeis guineensis Jacq.) é uma lavoura tropical do Oeste da África, geralmente atingindo uma altura de 20 m. Os frutos do dendezeiro se agrupam em grandes cachos e são colhidos continuamente conforme amadurecem. O fruto individual é composto da polpa carnuda externa (mesocarpo) em torno de uma castanha, dentro da qual há uma semente. O azeite de dendê é extraído da polpa da fruta e o óleo de semente de palma é extraído da semente.

Atualmente, o dendê cobre quase 15 milhões de hectares. Três países respondem por cerca de 80% da área cultivada: São eles: Malásia, Indonésia e Nigéria, porém as safras são 7-8 vezes maiores no S.E. da Ásia do que na África. O dendê é importante tanto econômica quanto socialmente para esses países.

Até poucas décadas atrás, o dendê era uma lavoura pequena. Porém, em 2004, a produção ultrapassou a do óleo de soja como a principal lavoura de óleo vegetal do mundo. O dendê tem teor de óleo mais de cinco vezes maior do que outras lavouras de óleo vegetal. Isso ocorre porque, ao contrário das lavouras de soja, canola, girassol e oliva, que são colhidas uma vez por ano, o dendê é colhido durante todo o ano e se beneficia da forte luz solar equatorial e da grande umidade do solo.

Usos industriais e alimentares do dendê

O dendê é uma lavoura versátil, com muitos usos além desses dois óleos. Tais usos incluem madeira para móveis e biomassa para geração de energia a partir do tronco; fibra para placas e papel, ração animal e fertilizante dos restos dos cachos, após a extração do óleo. No entanto, os óleos são as mercadorias mais valiosas.

O azeite de dendê contém muito mais gorduras saturadas (cerca de 40% de ácido palmítico) do que outros óleos vegetais. Ao contrário de outros óleos vegetais, é sólido à temperatura ambiente e menos suscetível a ficar rançoso. Estas propriedades tornam o azeite de dendê um óleo comestível cada vez mais valioso para uso no cozimento e processamento de alimentos. O azeite de dendê e o óleo de semente de palma são fontes de compostos químicos básicos, como as olefinas (alcenos), e são usados na fabricação de lubrificantes e detergentes.

O azeite de dendê é rico em antioxidantes, por exemplo, carotenóides (vitamina A), que lhe dão uma cor avermelhada, e tocoferíos e tocotrienóis (formas de vitamina E). Ele também tem o que atualmente é considerado como uma mistura muito valiosa de ácidos graxos saturados, monoinsaturados e poliinsaturados, que lhe garantem um papel importante na dieta. Por ser sólido, o azeite de dendê pode ser usado em muitos alimentos processados, ao contrário de muitos outros óleos vegetais que primeiro precisam ser hidrogenados. Este processo resulta em gorduras trans, conhecidas por serem prejudiciais à saúde.

O dendê é uma fonte muito boa de biodiesel devido à suas safras muito altas. O biodiesel é produzido através da transesterificação de óleos vegetais. Isso resulta em biodiesel (ácidos graxos metilados) e glicerol como subproduto. Em comparação com o diesel comum, o biodiesel tem emissões muito menores de monóxido de carbono, dióxido de carbono, hidrocarbonetos aromáticos (como o benzeno), se divide em partículas e não emite enxofre. Os óxidos de nitrogênio são similares se os motores forem adaptados com conversores catalíticos. Uma plantação de dendê pode produzir mais de 6.000 litros/ha de biodiesel, em comparação com apenas cerca de 500 litros/ha de soja e 1.000-1.500 litros/ha de outras sementes aráveis produtoras de óleo.

Produção sustentável de dendê

A rápida expansão da área de plantações de dendê no Sudeste da Ásia suscitou preocupações, entre grupos ambientalistas, de que os problemas causados superariam os benefícios do dendê. Uma resposta conjunta da Associação Malaia de Dendê, Comissão Malaia de Dendê e Conselho Malaio de Promoção do Dendê aponta diversos fatos para amainar esses temores, inclusive que:

  • Grandes áreas de dendê, as quais supostamente teriam substituído florestas tropicais recentemente, na verdade não são novas incursões, mas substituíram outras lavouras, como borracha e cacau.
  • O dendê não é uma monocultura semelhante a lavouras aráveis temperadas e mantém uma grande diversidade de habitats e espécies em seu subsolo. Além disso, é altamente eficiente em termos do custo geral e pegada ambiental dos recursos utilizados em relação à suas safras, muito altas.
  • A indústria do dendê na Malásia tem uma longa história de trabalho em parceria com grupos como a WWF e na criação da Mesa Redonda sobre Dendê Sustentável.

A Mesa Redonda sobre Dendê Sustentável

A Mesa Redonda sobre Dendê Sustentável (RSPO) é uma associação sem fins lucrativos de múltiplos acionistas planejada para promover o crescimento e uso do dendê sustentável através de cooperação e diálogo aberto. Os membros vêm de organizações que fazem parte de toda a rede de abastecimento, incluindo produtores, processadores, fabricantes de alimentos e bens de consumo, varejistas e ONGs ambientais e sociais. A RSPO publicou um a conjunto de Princípios e Critérios para a Produção Sustentável de Dendê.

Cultivo de dendê

Os dendezeiros são cultivados em plantações, tipicamente em um arranjo triangular com 9 metros de distância entre as árvores. As mudas crescem por 16-18 meses em um viveiro antes de serem transplantadas para a plantação, no início da estação chuvosa. Em áreas onde não há estação seca distinta, como na Malásia, as mudas podem ser plantadas no campo durante todo o ano; porém, isso geralmente é feito durante os meses de maior precipitação. Lavouras de legumes para cobertura (LLC) geralmente são plantadas para fornecer uma capa para controle de ervas daninhas e também como fonte de fertilizante de nitrogênio. Uma mistura espécies das trepadeiras de folhas largas Calopogonium mucunoides, Centrosema pubescens, Desmodium ovalifolium e Pueraria phaseoloides é muito comum no Sudeste da Ásia. Em muitas áreas, os dendezeiros são intercalados com plantas alimentares, como milho, batata doce, banana, mandioca ou taro.

Uma primeira colheita é feira após 2-3 anos. Os cachos amadurecem 5-6 meses depois da polinização das flores. Os cachos devem ser colhidos no grau de maturação correto. As frutas que não estão totalmente maduras têm uma baixa concentração de óleo, e as frutas maduras demais apresentam alto conteúdo de ácidos graxos livres. A colheita geralmente é feita a cada 7-10 dias, cortando-se cachos inteiros de frutas. O azeite dendê constitui cerca de 25% do peso total do cacho. Ele é extraído do mesocarpo carnudo da fruta; o óleo de semente de palma vem da semente encontrada dentro da fruta e perfaz aproximadamente 2,5% do peso do cacho.

Safras de azeite de até 10 t/ha á foram registradas, e um potencial teórico de 18,5 t/ha foi calculado (Corley, 1996). No entanto, as safras médias de azeite, mesmo nos países mais avançados no cultivo do dendê, atualmente são de cerca de apenas um quarto desse número. Restrições a safras maiores foram identificadas como:

  • Deficiências na agronomia
  • Falta de mão de obra e/ou mecanização
  • Erosão do solo

A erosão em terreno inclinado é particularmente grave, com perdas de até 14 t/ha/ano. Quando perdida, a camada superficial do solo só pode ser substituída por processos naturais que períodos extremamente longos de tempo para se completar. As plantações afetadas não podem ser replantadas, e é necessário encontrar um novo terreno. O paraquat tem um papel valioso na prevenção da erosão do solo (ver Manejo Integrado de Pragas).

Ervas daninhas, pragas e doenças

Climas tropicais, com muita luz solar, calor e umidade, significam que as ervas daninhas prosperam e podem competir com as lavouras por espaço, água e nutrientes, além de sombrear as plantas cultivadas, principalmente quando estas são jovens. Um grande número de ervas daninhas, anuais e perenes, infestam as plantações de dendê. Porém, se controladas de maneira eficaz, com remoção de espécies ‘nocivas’, muitas ervas daninhas apresentam benefícios de longo prazo.

Muitos insetos são potencialmente prejudiciais ao dendezeiro em várias partes do mundo, inclusive: gorgulhos de palmeira (Rhynchophorus spp.), besouros-rinoceronte (Oryctes spp.), gorgulhos (Strategus aloeus, Temnoschoita quadripustulata), fura-folhas (Coelaenomenodera elaeidis, Hispolepis elaeidis, Alurunus humeralis), lagarta de caracol (Parasa viridissima), lagarta de urtiga (Setora nitens) e bicho-de-cesto (Cremastophysche pendula, Mahasena corbetti, Metisa plana).

As doenças do dendê incluem: ferrugens (Pythium splendens, Rhizoctonia lamellifera), manchas das folhas (Cercospora elaeidis), antracnose (Botryodiplodia palmarum, Melanconium elaeidis, Glomerella cingulata), murchidão de mudas (Curvularia eragrostidis), amarelecimento e murchidão vascular (Fusarium oxysporum), apodrecimento basal do tronco (Ceratocystis paradoxa, Ganoderma spp., Armillaria mellea); fungo na coroa e apodrecimento das frutas (Marasmius palmivorus). O apodrecimento dos galos (brotos) é causado pela bactéria Erwinia spp., que é devastadora na África Central.
Outras pragas incluem minhocas do solo (por exemplo, Aphelenchus avenae, Helicotylenchus spp., Meloidogyne spp.) que danificam as raízes; e roedores, que podem comer mudas e frutas.

Manejo integrado de pragas

Há muitos exemplos de como o MIP benefíciou o dendê. Exemplo:

  • Elaeidobius kamerunicus, um gorgulho introduzido no Sudeste da Ásia na década de 1970, eliminou a necessidade da cara e ineficiente polinização manual, o que resultou em um grande aumento das safras de dendê
  • Estimulam-se corujas são como controle de roedores
  • Manter as espécies menos competitivas de ervas daninhas, produz um habitat para os predadores de insetos-praga e ajuda a evitar a erosão do solo.

“O Paraquat sempre rendeu um bom valor, com controle rápido e eficaz de ervas daninhas, especialmente daquelas difíceis, como samambaias, arbustos lenhosos e mudas voluntárias de dendezeiro, mesmo na estação chuvosa. Hoje em dia, é importante usar o paraquat na Agricultura de Conservação, para evitar os problemas de sucessão causados pelo glifosato”.

Professor Gembira Sinuraya, um cientista de ervas daninhas na Universidade de Sumatra do Norte, que também administra uma plantação de dendê e borracha, e está envolvido com a Sociedade Indonésia de Ciência de Ervas Daninhas.

 

O controle de ervas daninhas tem um papel central no CIP. Inicialmente, se limpa a vegetação do chão da plantação, porém, plantam-se lavouras de legumes de cobertura. Os círculos em volta de dendezeiros recém-plantados são mantidos livres de ervas daninhas, para assegurar o estabelecimento da lavoura. Os caminhos são pulverizados para acesso e, conforme a proteção do dendezeiro de desenvolve, a lavoura de cobertura fica na sombra. Isso permite que uma grande variedade de espécies invada, e os herbicidas não seletivos de amplo espectro são usados para controlá-las.

O uso intensivo do glifosato causou alterações na flora de ervas daninhas (‘sucessão de ervas daninhas’), pois espécies mais tolerantes se tornam dominantes. As ervas daninhas ‘leves’, de fácil controle e que podem ter alguns benefícios, como ajudar a minimizar a erosão do solo, são substituídas quando ervas daninhas ‘nocivas’, mais agressivas, reinvadem o terreno limpo, reduzindo as safras da lavoura. Além de ter um modo de ação praticamente exclusivo (compartilhado somente por seu irmão, dessecante diquat), o paraquat remove apenas o crescimento acima do solo de ervas daninhas bem estabelecidas, permitindo que as mesmas cresçam novamente após 1-2 meses. Assim, as ervas daninhas leves podem ser controladas, mas não eliminadas.

São exemplos de ervas daninhas leves: as gramas baixas Axonopus spp., Digitaria spp., Ottochloa spp. e Paspalum spp. Uma presença controlada de ervas daninhas leves mantém o equilíbrio da flora de ervas daninhas e evita a alteração de flora para espécies nocivas pelo simples fato de deixar menos solo desnudo disponível para colonização pelas mesmas.

Ervas daninhas nocivas incluem a grama perene Imperata cylindrica e a erva daninha trepadeira de folhas largas Mikania micrantha, que compete agressivamente com a lavoura por nutrientes e umidade. Outras ervas daninhas nocivas afetam as operações de pulverização, a aplicação de fertilizante e a colheita devido à presença de espinhos (Mimosa spp.) ou cobertura densa (Asystasia spp., Ischaemum spp., Pennisetum spp. e Stenochlaena spp.). As samambaias Dicranopteris linearis, Lygodium flexuosum e Stenochloena palastris são encontradas em áreas maduras sombreadas, obstruindo a colheita. O paraquat é recomendado especificamente para o controle de samambaias.

Testes de campo extensivos e a experiência prática mostraram as vantagens do uso de uma abordagem integrada para controle de ervas daninhas através, por exemplo, do uso de duas rodadas de pulverização de produtos paraquat seguida por uma de glifosato (Lam et al, 1993, Lim et al, 1996, Quah et al, 1997). Esse programa mantém uma presença controlada de ervas daninhas leves e remove as nocivas.

ESTUDO DE CASO: O paraquat é importante para os minifundistas malaios

Uma pesquisa do uso do paraquat use por minifundistas foi contratada em conjunto pela Associação Malaia de Dendê, a Associação Nacional de Minifundistas da Malásia e a Associação Malaia de Proprietários de Fazendas.

200.000 minifundistas cultivam dendê na Malásia, cada um dos quais tem uma média de 7ha. Setenta e cinco por cento deles usam paraquat, que é crucial para o controle eficaz de ervas daninhas e prevenção da erosão do solo.

Sem o paraquat, herbicidas mais caros, como o glufosinato teriam que ser usados. Eles não são tão eficientes quanto o paraquat, e seria necessária a repulverização pós-chuva. Além disso, seria necessária a remoção manual de ervas daninhas para completar seu controle. A mão de obra é escassa e cada vez mais cara para os minifundistas. Não seria possível usar mais glifosato, pois o mesmo não é seguro para a lavoura jovem de dendê. A erosão tem consequências para a perda de rendimento, bem como problemas ambientais, como o assoreamento dos cursos d'água. Sem os benefícios do paraquat e com os custos incorridos, se os minifundiários não pudessem usar o paraquat, eles perderiam 7% de sua renda anual, concluiu a pesquisa.

Referências & Recursos

Associações de dendê, etc.

Associação Malaia de Dendê
Junta Malaia de Dendê
Conselho Malaia de Dendê
Mesa Redonda sobre Dendê Sustentável

Produção e comércio de dendê

Estatísticas da Organização para Alimentos e Agricultura da ONU
Serviço Agrícola Externo do USDA

Corley, R.H.V. (1996) What is the upper limit to oil extraction ratio (Qual é o limite máximo da taxa de extração de óleo)? In: Proceedings of the International conference on oil and kernel production in oil palm - A global perspective (eds Rajanaidu, N., Henson, I.E. and Jalani, B.S.), pp. 256-269. PORIM e Ministério das Indústrias Primárias, Malásia, Kuala Lumpur, Malásia, 27-28 Setembro de 1996.

Biodiesel

Comissão Nacional de Biodiesel dos EUA

Manejo integrado de ervas daninhas

Lim JL, Quah KB & Badrulisam J, (1996). Integrating paraquat and sulfosate in weed management programs to overcome weed succession problems (Integração de paraquat e sulfosato em programas de manejo de ervas daninhas para superar problemas de sucessão), in First MAPPS/ISP Seminar ‘A New Era in Weed Management’,, Genting Highlands, Malásia.

Quah KB, Lim JL & Badrulisam J, (1997). Alternating herbicides to minimise weed succession in the plantation (Alternação de herbicidas para minimizar a sucessão de ervas daninhas na plantação), in Extended Abstract Proceedings of 2nd International Pesticides Conference - ‘Crop Protection Towards 2000’, MACA, Kuala Lumpur, pp 110–113.

Lam CH, Lim JK & Badrulisam J, (1993). Comparative studies of paraquat mixtures and glyphosate and/or its mixtures on weed succession in plantation crops (Estudos comparativos de misturas de paraquat e de glifosato e/ou suas misturas na sucessão de ervas daninhas em lavouras de plantação). The Planter (Kuala Lumpur) 69:525–535.

Erosão do solo

Lim, K.H. (1990) Soil erosion control under mature oil palms on slopes (Controle da erosão do solo em dendezeiros maduros em declives). In: Proceedings of the 1989 PORIM International Palm Oil Development Conference. Module II Agriculture, Palm Oil Research Institute of Malaysia, Kuala Lumpur.